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Você sabe criar um bom Naming?

 

Criar um bom naming é uma tarefa complexa, que exige tempo e um processo bem estruturado. Por isso, separamos dicas para te guiar nessa atividade de uma forma profissional para aumentar as chances de aprovação, reduzir tempo e evitar conflitos.

 

Se você não tomar alguns cuidados, pode correr o risco de lançar uma identidade visual novinha em folha, e descobrir lá na frente que o nome que você criou para o seu cliente já era propriedade de outra empresa. Ruim, né?

 

Siga essas dicas para evitar que isso aconteça.

 

 

#1 Ao infinito e além

 

Quanto mais opções melhor. O processo deve ser descomplicado, não julgue tanto no início, para gerar o maior número de alternativas possível. Esse trabalho extensivo garante que você testou diversas possibilidades e fugiu do óbvio. Também aumentam as chances de criar um nome exclusivo.

 

Para você ter uma ideia: no projeto da Galápos, criamos mais de 200 nomes. Você pode dar uma olhada nesse projeto aqui.

 

 

#2 Pense em nomes que não existem

 

Quanto mais original for o nome que você criar, maiores as chances de ele estar livre para registro. Pense em palavra formada através da junção de letras ou sílabas, ou crie nomes. Por exemplo, o nome Galápos, é uma palavra criada a partir do arquipélago Galápagos, o principal laboratório vivo de biologia do mundo. Ele inspirou Darwin a criar a teoria da Seleção Natural, a qual utilizamos para explicar o conceito central da empresa.

 

 

#3 Inclua o cliente no processo

 

Para a criação do nome, é importante alinhar expectativas. Ao invés de criar uma idealização de entrega de um nome “uau”, faça com que o cliente participe das rodadas de criação. Ele precisa ser parte do processo para assimilar o nome aos poucos. O cliente deve sentir o pertencimento desse nome, e que ele está alinhado com o propósito do seu negócio.

 

 

#4 Avalie o nome

 

Encontre critérios para avaliar os nomes criados. Isso vai te auxiliar na tomada de decisão. Uma boa prática, é pesquisar as opções de nome no Google Images, por exemplo. Você pode encontrar significados relacionados ao nome que você nem imagina. É uma maneira simples e rápida de avaliar, que pode eliminar correlações errôneas diante da marca que você está criando.

 

 

#5 Tenha o suporte de uma assessoria jurídica

 

Não basta pesquisar um nome no Google. Existe toda uma inteligência por trás do registro de um nome, e é importante contar com a experiência de um profissional especializado em registro de marcas para te guiar nesse movimento. Quando você registrar uma marca, é preciso que ela seja única dentro das classes que atua.

 

 

#6 Pense na fonética

 

Também é importante pensar na sonoridade. Você pode criar um nome diferente, mas ele pode soar estranho e não “pegar” com o público. Além disso, para questões de registro, a fonética também é importante. Se já existe um nome na mesma classe, foneticamente semelhante com o seu, ele pode ser rejeitado mesmo que visualmente ele seja diferente.

 

Exemplo: ZNIT e ZENITH

 

 

#7 Pense no visual

 

É importante considerar questões técnicas de tipografia. Pense se a marca que você está trabalhando possui tagline. Nesse caso, um nome com “p” ou “j”, por exemplo, pode influenciar no posicionamento desse elemento. No projeto da Galápos, optamos pela tagline ao lado, já que  o nome possuía elementos no topo e na base que dificultavam um posicionamento harmônico.

 

 

 

E aí? Curtiu as dicas de newsletters sobre criatividade e design? Se você quiser mais dicas, temos um post com uma lista de livros sobre criatividade para te inspirar. Veja neste link.

 

 

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